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segunda-feira, 11 de julho de 2016

ACRÓPOLE DE ATENAS


Num planalto com quase três hectares, o génio grego erigiu um dos mais notáveis conjuntos arquitetónicos da humanidade, hoje símbolo oficial da Unesco.
Quatro obras-primas da arte grega: o Parténon, o Propilen, o Erecteion e o templo de Atena Nike – afirmam, pelo gigantismo e pela magnificência, o esplendor da democracia ateniense no templo de Péricles.
O conjunto foi restaurado com o patrocínio de um programa comunitário e ilustra, com esplendor, a influência cultural da civilização grega, berço da identidade europeia.

Foi Zeus o primeiro a seduzir Europa e a dar-lhes filhos. Mais do que nunca, a Europa é uma ideia, um património de valores – talvez ainda um mito – antes de ser uma realidade geográfica. 

Foi pelo menos essa a ideia que presidiu às várias adesões à União Europeia que ocorreram nas últimas quatro décadas. 
Em 16 de abril de 2003, durante a presidência grega da União Europeia, aos pés da Acrópole, dez países assinaram o Tratado de Atenas, abrindo as portas da União ao leste da Europa e materializando, no papel, o sonho de uma Europa que abria as asas de condor para o mundo.

Infelizmente, tudo não parece ter passado de um sonho, uma utopia…

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