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quinta-feira, 6 de julho de 2017

OS DEZ MANDAMENTOS DA PERSUASÃO


Persuadir. Uma arte cada vez mais precisa nas relações profissionais e pessoais. Há aqueles que têm um jeito inato, há aqueles que têm de fazer curso de aperfeiçoamento.
Entretanto, ficam dez mandamentos que um candidato a artista da persuasão não dever ignorar.


Conhecer bem o seu público. Todos nós somos diferentes e é necessário estar atento a essa diferença, para saber com quem lidamos.

Saber criar uma espécie química pessoal, ou seja, estabelecer ligações com facilidade. É importante saber conectar-se com o outro, com aquele que ele sente, pensa, quer.

Subtileza, concentração, confiança. Que é como quem diz “nada de discussões inúteis, agressividade, exigência”. Já diz o ditado: não é com fel que se apanham as moscas.


Atirar a timidez para o caixote do lixo. Não ter palavras que suscitem dúvidas, desconfianças. É preciso mostrar que se acredita totalmente naquilo que se está a dizer.

Saber usar o corpo. Os gestos e o tom de voz contam, na hora de impressionar e convencer o outro. Nunca se deve perder o contacto visual com aquele(a) que tentamos convencer, pois um bom persuasor é quase hipnótico. Nesse parâmetro, o sorriso pode ser um trunfo muito importante. Um sorriso confiante, franco, amigo é meio caminho para estabelecer a confiança necessária.

Ser claro e conciso. Comunicar apenas aquilo que interessa, para que o interlocutor não perca o fio à meada e o interesse à conversa. Ação curta e determinada.

Ser genuíno e verdadeiro. Ninguém gosta, ninguém confia em gente falsa.

Saber reconhecer o ponto de vista do outro. É preciso manter a mente aberta, não ser irredutível. Às vezes, é necessário recuar e esperar melhor oportunidade para apresentar os nossos argumentos. Um bom persuasor sabe esperar.

Fazer boas perguntas, porque as pessoas gostam de sentir que a sua opinião conta, que estão a ser ouvidas. E se possível tratá-las pelo nome próprio. Não há palavra mais doce do que ouvir o nosso nome pronunciado com interesse e delicadeza.

Contar uma boa história. As boas ideias materializam-se e nada melhor do que uma boa história para o comprovar.


GAVB

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