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quinta-feira, 14 de junho de 2018

ANTÓNIO COSTA ANDA A PASSEAR PELO MUNDO À ESPERA QUE O TEMPO RESOLVA OS SEUS PROBLEMAS


Para os professores que estão em greve há mais de uma semana, convém que se capacitem que esta luta pode durante mais umas três ou quatro semanas.
O nosso primeiro-ministro anda em tour diplomático, entre os Estados Unidos e a Rússia, em eventos da Google e pelo Campeonato do Mundo de Futebol. Enquanto a seleção portuguesa estiver a jogar na Rússia não contem os professores, os polícias ou os enfermeiros que ele se digne olhar pelas suas reivindicações. Quando ele regressar de “férias” logo se vê…
Obviamente Costa espera que os professores se cansem das greves e lá façam as reuniões de avaliação, mais tarde ou mais cedo, sem que ele tenha de ceder seja o que for. Até 25 de junho a seleção joga e não haverá turbulência mediática. Se houvesse, qualquer Bruno de Carvalho tratava da «chatice»; depois os exames ainda agora estão por começar e Costa confia que, até 10 de julho, os professores se zanguem uns com os outros. Por isso, o próximo desafio que os professores enfrentarão será o da paciência e da resistência.


Nesta luta dos professores não deixa de ser curioso a «não posição» dos partidos do autointitulado arco da governação. O que pensa o CDS, o PSD e o PS sobre as reivindicações dos professores? O que dizem eles sobre a recomendação aprovada em dezembro de 2017, na Assembleia da República, sobre a contagem de todo o tempo de serviço para a progressão na carreira docente? Curiosamente, os jornalistas (que gostam de perguntar a todo o cão e gato o que acha sobre os professores, a sua carreira e os seus salários) não questionam quem tem, quem teve e quem terá capacidade de decidir.
Como seria interessante um país sem ratos nem hipócritas!
GAVB

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