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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

MIL E UMA HISTÓRIAS


Quase três anos depois de ter começado, o “sete pecados (i)mortais" atinge o post 1000.
Quando comecei, em 2 de Fevereiro de 2014, escrevi que esperava que o blogue se tornasse num “experiência enriquecedora”, onde fosse possível “a reflexão, partilha e o debate sobre cultura e ideias”. Mil dias depois isso continua a fazer sentido.
Por este espaço passaram centenas de temas, ideias, personalidades, sons e cores, projetos e obras de arte… Mil e uma histórias que me fizeram pensar, rir, contemplar, argumentar, emocionar.


Por este espaço foram também passando diversos escribas (mais no início do projeto que atualmente), de diferentes idades e sensibilidades, que ajudaram a construir o que o “sete pecados (i)mortais" é hoje: um blogue com dez vezes mais leitores do que quando começou, lido em todos os continentes, em países tão distantes como Angola, Rússia, Ucrânia, China, Brasil, Estado Unidos ou França.
Claro que a principal motivação de quem escreve é o feedback que recebe dos seus leitores e essa reação tem sido muito positiva e encorajadora. Umas vezes discordando outras apoiando aquilo que está escrito.
Um dos princípio pelos quais o blogue tem lutado por preservar é a pluralidade, diversificando pensamento, áreas, temáticas. Abrir o leque de leitores, procurando que ninguém vá embora e muitos se juntem.


Em Fevereiro de 2014, escrevi também que o blogue pretendia celebrar a amizade, pois reputo este como um dos valores essenciais ao ser humano. 
A amizade é uma arte tão difícil quanto bela e sublime. Curiosamente, alguns amigos e leitores assíduos deste blogue fazem hoje anos. Estamos todos de parabéns.
Talvez não haja outra história, outro post tão simbólico como o 1000, mas certamente haverá mais histórias, mais motivos para trocarmos argumentos, para discutirmos ao som do teclado, para nos surpreendermos, para discordar e concordar… enfim, para Viver e Conviver.
Obrigado por estes mil dias de companhia cada vez mais crescente e calorosa.
Gabriel Vilas Boas 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

UM ANO DE SETE PECADOS IMORTAIS



Um ano!
O SETE PECADOS IMORTAIS completa um ano de vida. Trezentos e sessenta e cinco dias depois, cá estamos para celebrar com os nossos leitores o tricentésimo sexagésimo sexto post do blogue.
Tal como o prometido há um ano, este blogue procurou ser uma celebração da vida, da beleza, da amizade e da criação através de textos sobre teatro, cinema, música, arquitetura, pintura, história e atualidade.
Durante doze meses, procuramos publicar textos que trouxessem informação, criação, opinião e suscitassem debate, troca de ideias e vontade de voltar, por parte dos nossos leitores. Essa centena que nos acompanha diariamente, desde a primeira hora e que manifesta a sua opinião acerca do que publicamos. Umas vezes aplaudindo, outras vezes discordando, mas sempre acarinhando este projeto que só foi possível com muito trabalho, persistência e dedicação. Por isso, em primeiro lugar, quero deixar, em nome de todos os que escrevem ou escreveram no SETE PECADOS IMORTAIS, o nosso muito obrigado aos leitores que nos seguem e nos motivam a fazer melhor. Foi para mim uma enorme surpresa verificar que um blogue escrito exclusivamente em língua portuguesa era tão acompanhado em países como Estados Unidos, Rússia, Ucrânia, Polónia, China, Suíça, onde verifiquei existirem leitores diários do “sete pecados imortais”.


O meu segundo agradecimento vai para todos aqueles que colaboraram diretamente com este blogue através de publicações: a Margarida Assis, a Rosa Maria Fonseca, o António Aires, a Teresa Beyer, a Maria Faleiro, a Maria Vilas, a Sofia Saraiva e a Sofia Vilas Boas. Todos eles foram excelentes na colaboração que deram ao blogue e tornaram-no mais rico e interessante.
Fazer melhor é o desafio que se segue. Se possível, com a participação de mais gente, que enriqueça a qualidade do blogue e atraia os nossos leitores a uma visita, a qualquer hora do dia.
Um ano é bom, dois é ainda melhor! Por isso, como diria Jorge Palma numa das canções de que mais gosto, A GENTE VAI CONTINUAR. Não adiante “continuar com a mão no queixo”, lamentando aquilo que não fizemos, mas apetecemos. Há uma estrada para andar, uma vida para viver, amigos para conquistar, livros para ler, filmes para ver e comentar, peças de teatro para sorver com a alma, quadros para sentir com os olhos, músicas ouvir com o coração, histórias com séculos que nos ensinam a ver a realidade, histórias com dias que nos obrigam a parar e refletir.
A única coisa certa é que o faremos à nossa maneira, dizendo o que pensamos e sentimos, sem constrangimentos. Umas vezes convergindo, outras divergindo, mas sempre deixando a nossa “impressão digital” no fabuloso mundo em que vivemos.
See you tomorrow!

Gabriel Vilas Boas

domingo, 2 de fevereiro de 2014

O ARRANQUE

O ARRANQUE
Começa hoje a aventura do “sete pecados imortais”, que espero se torne numa experiência enriquecedora quer para os seus autores quer para os seus leitores.
Este blogue pretende ser um espaço de reflexão, partilha e debate sobre cultura e ideias. Pretendemos ter um texto diário sobre arte (música, teatro, cinema, arquitetura, pintura), História e atualidade. Com o decorrer dos dias, os nossos leitores perceberão que haverá um dia específico para cada domínio.
Todos os textos serão assinados e poderão ser comentados (assim o desejamos) pelos nossos leitores. Esperamos que a participação daqueles que assim o desejarem se faça sentir frequentemente. Todos os comentários serão publicados, logo que assinados e desde que mantenham o respeito, a consideração e a elevação pelo autor do texto.
Espero ainda que este blogue se torne igualmente uma celebração da beleza, da criação, da amizade e da vida.

Para mim, a amizade é uma das mais sublimes formas de arte. Através dela podemos congregar esforços, reunir ideias e vontades, executar obras de arte materiais e espirituais.
Em muitos momentos, a amizade faz-nos correr por um objetivo, transformar obstáculos em oportunidades, abrir as portas do conhecimento e sobretudo tornar as pessoas que a vivem muito mais felizes. E não há nada mais belo e inspirador do que pessoas felizes.
Podemos fazer muito através da amizade, embora seja uma arte difícil. A amizade é uma história complexa, onde cada textura das personagens exige o domínio perfeito das técnicas de convivência e respeito pela individualidade de cada um. Quando afinada é uma orquestra com um reportório vasto e deslumbrante, capaz de fazer representar papéis inesquecíveis que penetram a nossa alma até ao âmago. Quando no final contemplarmos a nossa obra e observarmos a posição perfeita que cada um ocupa na maravilhosa cidade da vida, sentiremos o prazer do arquiteto criador concretizando os projetos sonhados.
A amizade pode e deve ser a magia da vida. Quando lhe juntamos conhecimento, arte, cultura escrevemos uma História maravilhosa, a nossa História.
Que desfrutemos da arte e da amizade, porque desfrutar é um prazer de sábios.


Gabriel Vilas Boas