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sexta-feira, 27 de julho de 2018

DOIS MILHÕES DE VISITAS!


Há pouco mais de um ano, este blogue atingiu a marca de um milhão de visitas.  Foi um marco muito importante e um prova do crescimento sustentado do Sete Pecados (I)mortais. 
Na altura o blogue existia há três anos e meio e já registava mais de 1200 postagens, ao ritmo de uma por dia. Trezentos e noventa dias depois, o Sete Pecados (I)mortais atinge a magnífica marca de dois milhões de visita.
É um número fabuloso, tendo em conta as minhas expectativas, o carácter totalmente amador do blogue, o facto de ser unicamente atualizado por mim e o menor número de postagens realizadas nestes últimos doze meses. 
É verdade que o blogue se foi transformando, ao longo deste últimos dois anos, tornando-se mais opinitativo sobre as questões sociais, políticas e culturais do meu país e dedicando mais espaço às questões da Educação. Apesar dessa tendência, o Sete Pecados (I)mortais nunca abandonou a sua matriz cultural alargada nem a reflexão sobre temas intemporais que interessam a diferentes públicos. 

No último ano e meio, o número de leitores diários estabilizou entre os 75 mil e os 90 mil visitas por mês. O número superou muito as minhas melhores expectativas. Estou certo que o blogue cresceu com o contributo de muitos leitores anónimos, mas atentos, que discretamente me foram dando pequenos conselhos que o tornaram melhor e mais atrativo. A todos agradeço e com eles partilho a minha alegria. Bem -hajam.
Quanto ao futuro... pois a gente vai continuar, como diria Jorge Palma. Tentando sempre fazer mais e melhor. Se possível com o contributo de mais pessoas, porque a pluralidade de opiniões e a diversidade de pontos de vista é uma das maiores riquezas da democracia.
Gabriel Araújo

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

DOIS ANOS DE SETE PECADOS (I)MORTAIS: PARABÉNS PARA NÓS!


Dois anos de vida! Mais de setecentos e trinta dias e outros tantos artigos depois, o Sete Pecados (I)mortais apaga, com os seu leitores, duas velas em cima do bolo.
Por cá continuamos a trilhar o nosso caminho de comunhão entre os leitores, as artes imortais e os “pecadores” que assinam os textos, que diariamente, à hora do jantar, voam pela net.
É um trabalho árduo, por vezes difícil, mas sempre feito com prazer. Um prazer que começa num quadro, numa peça de teatro ou num acontecimento histórico e que rapidamente se alarga à contemplação da extraordinária melodia de uma música ou à modernidade de uma proposta arquitetónica digna de realce.
Pelo meio, intrometem-se os temas do quotidiano, sobre os quais nos apetece partilhar pensamentos, sentimentos ou apenas emoções. Neste segundo ano de vida, eles tiveram um espaço maior, acentuando o carácter subjetivo de alguns textos, como é normal acontecer em qualquer blogue.
Ponto de honra continua a ser a pluralidade de opiniões. Todos os comentários recebidos foram publicados e retorquidos, com elevação, sempre que tal era suscitado.
Os leitores são um património valioso deste blogue. Cada mês que passa, o número de visitantes aumenta, de uma maneira sustentada, o que muito me satisfaz. No primeiro ano, o blogue era visitado por pouco mais de cem pessoas, por dia; no segundo ano, esse número cresceu para cento e quarenta pessoas. Só neste últimos doze meses, o “Sete Pecados (I)mortais” teve mais de cinquenta mil visitas, o que muito me surpreende e satisfaz. A todos e a cada leitor agradeço o tempo que despendem diariamente na leitura dos nossos artigos. 
E como estão espalhados pelo mundo os nossos leitores! A maioria ainda é portuguesa, mas o número de brasileiros, norte-americanos, chineses, russos, franceses, alemães, irlandeses, suíços e holandeses tem crescido muitíssimo, fazendo deste blogue, totalmente escrito em português, um sítio onde se encontram muitas culturas.
O futuro é um desafio maravilhoso. Cativar novos leitores, propor outros encontros com a arte, melhorar a qualidade dos textos, recuperar alguns dos “imortais” cujos afazeres os têm mantido afastados do blogue, encontrar novos colaboradores que façam deste sítio um espaço de crescente partilha, amizade e conhecimento.

Gabriel Vilas Boas